quinta-feira, 30 de julho de 2015

PLANTEL SÉNIOR 2015/2016

Renovação

Zé Filipe renova


Zé Filipe, após três anos de leão ao peito, assume o compromisso por mais uma época. Embora os ventos das Arábias tivessem tentado levar o "soviético", o jogador não vacilou e optou pelo clube do coração.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Sábado pode não haver jogo.

Direção do Desportivo de Arco de Baúlhe ameaça “bater com a porta”, equacionando o abandono das suas equipas dos campeonatos devido “às arbitragens desastrosas e tendenciosas” que se têm verificado nos jogos disputados.
Segundo aquele clube sediado na vila de Arco de Baúlhe no concelho de Cabeceiras de Basto, o que se tem passado só pode ser “perseguição”. Uma vez que os árbitros só se “enganam” a favor dos adversários, pelo menos nos jogos em que influenciam os resultados com os erros verificados. Dão como exemplo mais recente e flagrante o jogo em casa com o Pevidém em que o árbitro da partida, “velho conhecido” do clube (por já o ter prejudicado, nos jogos dos séniores e juniores) ter “ajudado” a referida equipa a neutralizar uma desvantagem de três golos, com a “invenção” de uma grande penalidade e a “oferta” do terceiro golo, o do empate, no período de compensação, uma vez que este foi precedido de duas faltas grosseiras (agarrão, com as duas mãos e empurrão descarado), com o Juiz e o auxiliar em cima do lance. Exemplificam ainda com os erros verificados noutros encontros em que dizem ter sido fortemente penalizados pelas equipas de arbitragem onde tinham tudo para somar pontos e acabando por não o conseguir: jogo Arco-Emilianos, mais uma interferência grosseira no desfecho final (1-2). Segundo golo do Emilianos em claro fora de jogo e três lances para grande penalidade na área dos forasteiros (não conseguiu ver nenhum). Teve mais dois casos caricatos. Queria mostrar o segundo amarelo a um dos jogadores do Arco sem ele ter nenhum (ainda nem sei como tal não aconteceu, mas ao fim de uns minutos lá aceitou que se tinha enganado no número) e no final, quando o Arco estava atrás do prejuízo, a perder, deu 4 minutos de compensação. Mas esqueceu-se que o jogo esteve 4 minutos parado para assistir o redes do Emilianos, esteve quase outros tantos no caso do cartão amarelo, sem contar com as seis substituições operadas pelas duas equipas. No final diz “de facto podia ter dado mais um minuto”. Até parece que nem andou na escola (esta Matemática não é difícil); em S. Cosme (3 – 3) cá vem o assunto das G. P. , para uns são apesar de não ser, para outros nem pensar. Aos 18 minutos de jogo “inventa” uma G.P contra o Arco (o defesa do Arco é carregado, leva com um potente remate na cara, cai e… expulsão e G.P) mas, uns minutos depois, um dos jogadores do Arco domina a bola, na área, finta o adversário, é derrubado e a G. P. ficou por assinalar. Ainda não se lembrou de o expulsar por simulação (tinha observador); Louro – 3 Arco – 2. Mais uma farsa, das maiores que vimos esta época. Estávamos a ganhar 1- 0 e “ofereceram” o 1 – 1 ao Louro. G.P. perdoada ao Louro ainda na 1.ª parte. Duas expulsões sem razão aparente. Com o resultado em 3 – 2 para o Louro, perdoa outra G.P. aos da casa (Presidente do Conselho de Arbitragem tem o vídeo desse lance) quando um defesa defende com a mão na área de rigor. Neste jogo há um lance em que diz que não assinalou canto a favor do Arco porque antes tinha deixado passar uma falta contra (incrível). Para não falar de outros casos, mais subtis mas que acabaram sempre com prejuízo para o Arco. Estimam que “a brincar a brincar” já “voaram” mais de dez pontos, mais que suficientes para garantirem a manutenção. No último domingo, em casa, com o Louro o árbitro também só se conseguiu enganar contra nós, apesar de, neste caso, a equipa do Arco ter mais culpas do que eles. Referem ainda o facto de ser coincidência a mais a expulsão dos jogadores mais influentes em vésperas de jogos considerados mais importantes. E ainda porque essas expulsões acontecem por “dá cá aquela palha” ou seja os adversários podem fazer pior mas os atingidos são sempre os mesmos. E que os castigos aplicados são desproporcionados em relação aquilo que se verifica em casos similares. Já se sabe que os castigos decorrem daquilo que o árbitro escreve no relatório – que é o mesmo que aplica os cartões da forma descrita). A Direção deste clube garante que a A. F. de Braga foi informada de tudo isto.
Direção do Desportivo de Arco de Baúlhe ameaça “bater com a porta”, equacionando o abandono das suas equipas dos campeonatos devido “às arbitragens desastrosas e tendenciosas” que se têm verificado nos jogos disputados. Segundo aquele clube sediado na vila de Arco de Baúlhe no concelho de Cabeceiras de Basto, o que se tem passado só pode ser “perseguição”. Uma vez que os árbitros só se “enganam” a favor dos adversários, pelo menos nos jogos em que influenciam os resultados com os erros verificados. Dão como exemplo mais recente e flagrante o jogo em casa com o Pevidém em que o árbitro da partida, “velho conhecido” do clube (por já o ter prejudicado, nos jogos dos séniores e juniores) ter “ajudado” a referida equipa a neutralizar uma desvantagem de três golos, com a “invenção” de uma grande penalidade e a “oferta” do terceiro golo, o do empate, no período de compensação, uma vez que este foi precedido de duas faltas grosseiras (agarrão, com as duas mãos e empurrão descarado), com o Juiz e o auxiliar em cima do lance. Exemplificam ainda com os erros verificados noutros encontros em que dizem ter sido fortemente penalizados pelas equipas de arbitragem onde tinham tudo para somar pontos e acabando por não o conseguir: jogo Arco-Emilianos, mais uma interferência grosseira no desfecho final (1-2). Segundo golo do Emilianos em claro fora de jogo e três lances para grande penalidade na área dos forasteiros (não conseguiu ver nenhum). Teve mais dois casos caricatos. Queria mostrar o segundo amarelo a um dos jogadores do Arco sem ele ter nenhum (ainda nem sei como tal não aconteceu, mas ao fim de uns minutos lá aceitou que se tinha enganado no número) e no final, quando o Arco estava atrás do prejuízo, a perder, deu 4 minutos de compensação. Mas esqueceu-se que o jogo esteve 4 minutos parado para assistir o redes do Emilianos, esteve quase outros tantos no caso do cartão amarelo, sem contar com as seis substituições operadas pelas duas equipas. No final diz “de facto podia ter dado mais um minuto”. Até parece que nem andou na escola (esta Matemática não é difícil); em S. Cosme (3 – 3) cá vem o assunto das G. P. , para uns são apesar de não ser, para outros nem pensar. Aos 18 minutos de jogo “inventa” uma G.P contra o Arco (o defesa do Arco é carregado, leva com um potente remate na cara, cai e… expulsão e G.P) mas, uns minutos depois, um dos jogadores do Arco domina a bola, na área, finta o adversário, é derrubado e a G. P. ficou por assinalar. Ainda não se lembrou de o expulsar por simulação (tinha observador); Louro – 3 Arco – 2. Mais uma farsa, das maiores que vimos esta época. Estávamos a ganhar 1- 0 e “ofereceram” o 1 – 1 ao Louro. G.P. perdoada ao Louro ainda na 1.ª parte. Duas expulsões sem razão aparente. Com o resultado em 3 – 2 para o Louro, perdoa outra G.P. aos da casa (Presidente do Conselho de Arbitragem tem o vídeo desse lance) quando um defesa defende com a mão na área de rigor. Neste jogo há um lance em que diz que não assinalou canto a favor do Arco porque antes tinha deixado passar uma falta contra (incrível). Para não falar de outros casos, mais subtis mas que acabaram sempre com prejuízo para o Arco. Estimam que “a brincar a brincar” já “voaram” mais de dez pontos, mais que suficientes para garantirem a manutenção. No último domingo, em casa, com o Louro o árbitro também só se conseguiu enganar contra nós, apesar de, neste caso, a equipa do Arco ter mais culpas do que eles. Referem ainda o facto de ser coincidência a mais a expulsão dos jogadores mais influentes em vésperas de jogos considerados mais importantes. E ainda porque essas expulsões acontecem por “dá cá aquela palha” ou seja os adversários podem fazer pior mas os atingidos são sempre os mesmos. E que os castigos aplicados são desproporcionados em relação aquilo que se verifica em casos similares. Já se sabe que os castigos decorrem daquilo que o árbitro escreve no relatório – que é o mesmo que aplica os cartões da forma descrita). A Direção deste clube garante que a A. F. de Braga foi informada de tudo isto.

Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 1 Louro

Para não ferir susceptibilidades, Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 1 Louro.

domingo, 15 de março de 2015

Gerês 2 vs 0 Desportivo de Arco de Baúlhe

O Desportivo de Arco de Baúlhe visitou este fim de semana o reduto do Gerês. Naquela encosta da serra, a equipa de Morgade alinhou da seguinte maneira:

Motinha; Durbeck; Larocha; João Ribeiro; Isidro Leite; João Silva; Zé Filipe (Eduardo); Simão Gonçalves; João António (Donadoni); Jonas; Celso (Bruno).


O Arco chegou ao Gerês para uma dura batalha na luta pela permanência, pois tratava-se de um adversário direto. Mas os leões estavam convictos que esta semana poriam fim à fase negra que os tem assolado nos últimos tempos.

Logo no primeiro tempo a equipa da casa podia ter chegado à vantagem num lance em que envia a bola à trave. Depois ainda se queixaram de uma possível grande penalidade que poderia ter coroado o central arcoense Jorge com a expulsão. O árbitro mandou seguir e as equipas foram a zeros para o intervalo.

Na segunda parte os arcoenses deixaram a atitude no balneário e acabaram por sofrer dois golos como manda a praxe... os cruzamentos (cantos ou livres laterais). A falta de agressividade foi notória durante toda a segunda a parte mas apenas teve represálias nesses dois lances. Se o céu estava negro para os lados de Morgade, mais escuro ficou quando João Silva viu o cartão vermelho direto (por uma falta normal diga-se). Até ao final, o Gerês controlou e o Desportivo viu passar.

Zero pontos na bagagem depois de uma exibição triste, muito triste do Arco. Mas a que se deve tal "inatitude"? Seria do chá?

É mais uma pedra no difícil trilho do Arco neste campeonato que, apesar da fase negra, ocupa o décimo lugar da tabela classificativa com 26 pontos, 3 acima da linha de água. A permanência continua no foco dos leões que, para já, ocupam uma posição desejável (mas já não confortável).

Na próxima semana o Desportivo de Arco de Baúlhe recebe o Louro que ocupa a sétima posição com 30 pontos.

quinta-feira, 12 de março de 2015

A fase negra do desportivo

Tudo começou com uma derrota em Morgade frente ao Ruivanense numa tarde em que nada saia bem aos leões. Na semana seguinte as coisas voltaram a correr mal e os azuis e brancos cederam os 3 pontos perante um Emilianos que foi capaz de dar a volta ao golo de Jonas. O mar continuou turvo e na semana seguinte o Desportivo voltou a não pontuar, desta vez no terreno do também recém promovido, Ponte. Uma derrota que se pode considerar "normal" tendo em conta que o Ponte jogava em casa. Ficou, no entanto, um bom registo dos arcoenses.

Esta semana, o Arco voltou a pontuar, em casa, frente ao Pevidém. Esteve a ganhar por 3 bolas a 0 com golos de Celso, Zé Filipe e Jonas mas acabou por ceder o empate... ou cederam pelo Arco, não fosse Morgade, nessa tarde, palco para certos artistas. Esses artistas que tanto teimam em não deixar uma equipa humilde lutar com aquilo que tem contra equipas de elite.

O ponto que o Desportivo conquistou, passadas três jornadas, soube a derrota. Derrota porque todos sabemos do potencial da equipa (que o demonstrou no jogo). Derrota porque somos muito mais do que isto.

E a toda a malta que tenta empurrar o clube para um lugar que não é, de todo o dele, resta dizer uma coisa... parafraseando um treinador conhecido de futebol... Em condições normais, vamos ficar nesta divisão. Em condições anormais, também vamos ficar nesta divisão, caralho.

Avante Ó Arco que o caminho é para a frente.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 3 Ruivanense

O Desportivo de Arco de Baúlhe recebeu este domingo o Ruivanense em jogo a contar para a décima oitava jornada da divisão de honra (série B) da AF Braga. Na primeira volta a equipa do Arco venceu em Ruivães pelo que entrava neste jogo com a vitória no pensamento. As equipas alinharam da seguinte maneira:

Desportivo de Arco de Baúlhe:
Motinha; Durbeck; Filipe Gomes; Jorge Larocha; João Ribeiro (Thiago Pinto); João Silva; Zé Filipe; Arlindo Ribeiro (João António); Tiago Oliveira Jonas; Filipe Alves; Bruno (Walter).

Ruivanense:
Dany; Marco; Jean; André; Marquinho; Dias; Eskimo; Fábio Dias; Helder; Barradas; Lucas.
~
O Ruivanense começou por cima do jogo criando imensas dificuldades aos arcoenses. A pressão que a equipa de Ruivães imprimiu na equipa da casa congelou o pensamento da equipa da casa que ficou sem ideias. O jogo estava rápido e aos 20 minutos a equipa visitante chegou à vantagem por intermédio de Eskimo.
Durante o resto da primeira parte a equipa da casa não se encontrou chegou à pausa com dificuldades em entrar no jogo.
Ao intervalo o Mister Rovira fez duas alterações tirando do campo Arlindo Ribeiro e João Ribeiro (tocado) e coloca em campo João António e o estreante Thiago Pinto. A equipa reagiu bem às ordens de intervalo e entraram em campo com um ritmo mais elevado e com as ideias mais clarificadas. Esteve perto da baliza adversária várias vezes e o golo adivinhava-se. No entanto esta maré ofensiva foi interrompida com uma grande penalidade por alegada falta de Thiago Pinto. A equipa da casa ficou a queixar-se, mas o que é certo é que o Ruivanense chegou à vantagem de dois golos.
Para combater este contratempo Rovira trocou Bruno por Walter e o recém entrado chegou mesmo ao golo após passe de Jonas. Mas mais uma vez a equipa da arbitragem negou a remontada aos arcoenses apontado um fora de jogo suspeito.
Com poucas forças para reagir mas apostando as trutas todas no ataque a equipa da casa acabou por sofrer o terceiro.
Resultado final, três a zero para a equipa visitante que vergou o Desportivo em Morgade. Vitória justa, mas controversa.

O remédio chega já no próximo fim de semana no confronto frente ao Emilianos, em casa. Domingo, todos a Morgade.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Desportivo S.Cosme 3 vs 3 Desportivo de Arco de Baúlhe

O Desportivo de Arco de Baúlhe deslocou-se este fim de semana a Famalicão para defrontar o Desportivo de S.Cosme. Cinco pontos distanciavam as duas equipas e os arcoenses queriam manter a onda harmoniosa de resultados.

Desportivo de Arco de Baúlhe:
Motinha; Durbeck; Magalhães (Larocha); João Ribeiro; Isidro Leite; João Silva; Zé Filipe; Arlindo Ribeiro (Filipe Magalhães);  Filipe Alves; Tiago Oliveira Jonas; Bruno (Celso Campos)

O jogo começou feio havendo muita luta no meio campo e pouca criatividade. Apenas destaque para um remate forte de Zé Filipe à entrada da área e para uma oprtunidade desperdiçada por Stephane que surgindo isolado não conseguiu contornar o gigante Motinha.
Mas o ritmo do jogo subiu aos 22 minutos quando o árbitro descobriu uma grande penalidade na área dos azuis e brancos. Penalti a favor da equipa da casa e expulsão para o lateral esquerdo arcoense. Na conversão do castigo máximo, Vitó não perdoou e colocou a equipa da casa em vantagem.
João Ribeiro passa entretanto para defesa esquerdo e entra Filipe Gomes para o lugar de Arlindo com o objetivo de colmatar a expulsão de Isidro. Pouco depois lesiona-se Magalhães e entra Jorge para o seu lugar. O Arco apresentava agora uma dupla de centrais diferente da que iniciou o jogo.
Minutos depois o S.Cosme podia ter chegado ao segundo golo com um potente cabeceamento do seu avançado, mas Motinha aplicou-se e evitou o golo dos famalicenses.
Esta defesa deu alma aos arcoenses que aos 40 minutos chegou à igualdade. Jonas lança Filipe Alves nas costas da defesa e este temporiza e atira para o empate.
Na segunda parte as equipas começaram mais ativas e foi sem surpresa que o S.Cosme chegou ao golo à passagem do minuto 22 por intermédio do defesa direito. Na sequência de um pontapé de canto a bola sobra para a entrada da área e o número 2 rematou forte e colocado para nova vantagem da equipa da casa.
Mas a resposta não tardou muito e 4 minutos depois os leões chegaram à igualdade através de um livre de Jonas que contou com a ajuda do guarda redes adversário.
O ritmo de jogo continuava energético e aos 30 minutos nova vantagem para o S.Cosme. Novamente Vitó, de cabeça, colocou a equipa da casa novamente em vantagem.
O Arco nunca se deu por vencido e aos 40 minutos fez o golo do empate. Cruzamento de João Ribeiro e golo de Jonas que ganhou à defesa dos vermelhos.
Alguns minutos depois o S.Cosme fica também reduzido a 10 unidades e o Arco tomou as rédeas do jogo. E esteve na sequência de um pontapé de canto teve nos pés de João Silva a vitória mas o médio, em esforço, rematou sobre a barra.
Resultado final 3-3 com especial destaque para o espírito de sacrifício dos arcoenses. A jogar com 10 unidades desde os 22 minutos nunca viraram as costas ao jogo e levaram de Famalicão um ponto para Morgade. Um ponto digno de gigantes.

Resta ainda espaço para a nota costume. Um muito obrigado aos adeptos arcoenses que se fizeram à estrada para apoiar a equipa.