segunda-feira, 23 de março de 2015
Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 1 Louro
Para não ferir susceptibilidades, Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 1 Louro.
domingo, 15 de março de 2015
Gerês 2 vs 0 Desportivo de Arco de Baúlhe
O Desportivo de Arco de Baúlhe visitou este fim de semana o reduto do Gerês. Naquela encosta da serra, a equipa de Morgade alinhou da seguinte maneira:
Motinha; Durbeck; Larocha; João Ribeiro; Isidro Leite; João Silva; Zé Filipe (Eduardo); Simão Gonçalves; João António (Donadoni); Jonas; Celso (Bruno).
O Arco chegou ao Gerês para uma dura batalha na luta pela permanência, pois tratava-se de um adversário direto. Mas os leões estavam convictos que esta semana poriam fim à fase negra que os tem assolado nos últimos tempos.
Logo no primeiro tempo a equipa da casa podia ter chegado à vantagem num lance em que envia a bola à trave. Depois ainda se queixaram de uma possível grande penalidade que poderia ter coroado o central arcoense Jorge com a expulsão. O árbitro mandou seguir e as equipas foram a zeros para o intervalo.
Na segunda parte os arcoenses deixaram a atitude no balneário e acabaram por sofrer dois golos como manda a praxe... os cruzamentos (cantos ou livres laterais). A falta de agressividade foi notória durante toda a segunda a parte mas apenas teve represálias nesses dois lances. Se o céu estava negro para os lados de Morgade, mais escuro ficou quando João Silva viu o cartão vermelho direto (por uma falta normal diga-se). Até ao final, o Gerês controlou e o Desportivo viu passar.
Zero pontos na bagagem depois de uma exibição triste, muito triste do Arco. Mas a que se deve tal "inatitude"? Seria do chá?
É mais uma pedra no difícil trilho do Arco neste campeonato que, apesar da fase negra, ocupa o décimo lugar da tabela classificativa com 26 pontos, 3 acima da linha de água. A permanência continua no foco dos leões que, para já, ocupam uma posição desejável (mas já não confortável).
Na próxima semana o Desportivo de Arco de Baúlhe recebe o Louro que ocupa a sétima posição com 30 pontos.
quinta-feira, 12 de março de 2015
A fase negra do desportivo
Tudo começou com uma derrota em Morgade frente ao Ruivanense numa tarde em que nada saia bem aos leões. Na semana seguinte as coisas voltaram a correr mal e os azuis e brancos cederam os 3 pontos perante um Emilianos que foi capaz de dar a volta ao golo de Jonas. O mar continuou turvo e na semana seguinte o Desportivo voltou a não pontuar, desta vez no terreno do também recém promovido, Ponte. Uma derrota que se pode considerar "normal" tendo em conta que o Ponte jogava em casa. Ficou, no entanto, um bom registo dos arcoenses.
Esta semana, o Arco voltou a pontuar, em casa, frente ao Pevidém. Esteve a ganhar por 3 bolas a 0 com golos de Celso, Zé Filipe e Jonas mas acabou por ceder o empate... ou cederam pelo Arco, não fosse Morgade, nessa tarde, palco para certos artistas. Esses artistas que tanto teimam em não deixar uma equipa humilde lutar com aquilo que tem contra equipas de elite.
O ponto que o Desportivo conquistou, passadas três jornadas, soube a derrota. Derrota porque todos sabemos do potencial da equipa (que o demonstrou no jogo). Derrota porque somos muito mais do que isto.
E a toda a malta que tenta empurrar o clube para um lugar que não é, de todo o dele, resta dizer uma coisa... parafraseando um treinador conhecido de futebol... Em condições normais, vamos ficar nesta divisão. Em condições anormais, também vamos ficar nesta divisão, caralho.
Avante Ó Arco que o caminho é para a frente.
Esta semana, o Arco voltou a pontuar, em casa, frente ao Pevidém. Esteve a ganhar por 3 bolas a 0 com golos de Celso, Zé Filipe e Jonas mas acabou por ceder o empate... ou cederam pelo Arco, não fosse Morgade, nessa tarde, palco para certos artistas. Esses artistas que tanto teimam em não deixar uma equipa humilde lutar com aquilo que tem contra equipas de elite.
O ponto que o Desportivo conquistou, passadas três jornadas, soube a derrota. Derrota porque todos sabemos do potencial da equipa (que o demonstrou no jogo). Derrota porque somos muito mais do que isto.
E a toda a malta que tenta empurrar o clube para um lugar que não é, de todo o dele, resta dizer uma coisa... parafraseando um treinador conhecido de futebol... Em condições normais, vamos ficar nesta divisão. Em condições anormais, também vamos ficar nesta divisão, caralho.
Avante Ó Arco que o caminho é para a frente.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Desportivo de Arco de Baúlhe 0 vs 3 Ruivanense
O
Desportivo de Arco de Baúlhe recebeu este domingo o Ruivanense em jogo a contar
para a décima oitava jornada da divisão de honra (série B) da AF Braga. Na
primeira volta a equipa do Arco venceu em Ruivães pelo que entrava neste jogo
com a vitória no pensamento. As equipas alinharam da seguinte maneira:
Desportivo
de Arco de Baúlhe:
Motinha;
Durbeck; Filipe Gomes; Jorge Larocha; João Ribeiro (Thiago Pinto); João Silva;
Zé Filipe; Arlindo Ribeiro (João António); Tiago Oliveira Jonas; Filipe Alves;
Bruno (Walter).
Ruivanense:
Dany;
Marco; Jean; André; Marquinho; Dias; Eskimo; Fábio Dias; Helder; Barradas;
Lucas.
~
O
Ruivanense começou por cima do jogo criando imensas dificuldades aos arcoenses.
A pressão que a equipa de Ruivães imprimiu na equipa da casa congelou o
pensamento da equipa da casa que ficou sem ideias. O jogo estava rápido e aos
20 minutos a equipa visitante chegou à vantagem por intermédio de Eskimo.
Durante
o resto da primeira parte a equipa da casa não se encontrou chegou à pausa com dificuldades
em entrar no jogo.
Ao
intervalo o Mister Rovira fez duas alterações tirando do campo Arlindo Ribeiro
e João Ribeiro (tocado) e coloca em campo João António e o estreante Thiago
Pinto. A equipa reagiu bem às ordens de intervalo e entraram em campo com um
ritmo mais elevado e com as ideias mais clarificadas. Esteve perto da baliza
adversária várias vezes e o golo adivinhava-se. No entanto esta maré ofensiva
foi interrompida com uma grande penalidade por alegada falta de Thiago Pinto. A
equipa da casa ficou a queixar-se, mas o que é certo é que o Ruivanense chegou
à vantagem de dois golos.
Para
combater este contratempo Rovira trocou Bruno por Walter e o recém entrado
chegou mesmo ao golo após passe de Jonas. Mas mais uma vez a equipa da
arbitragem negou a remontada aos arcoenses apontado um fora de jogo suspeito.
Com
poucas forças para reagir mas apostando as trutas todas no ataque a equipa da
casa acabou por sofrer o terceiro.
Resultado
final, três a zero para a equipa visitante que vergou o Desportivo em Morgade.
Vitória justa, mas controversa.
O
remédio chega já no próximo fim de semana no confronto frente ao Emilianos, em
casa. Domingo, todos a Morgade.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Desportivo S.Cosme 3 vs 3 Desportivo de Arco de Baúlhe
O Desportivo de Arco de Baúlhe deslocou-se este fim de
semana a Famalicão para defrontar o Desportivo de S.Cosme. Cinco pontos
distanciavam as duas equipas e os arcoenses queriam manter a onda harmoniosa de
resultados.
Desportivo de Arco de Baúlhe:
Motinha; Durbeck; Magalhães (Larocha); João Ribeiro; Isidro
Leite; João Silva; Zé Filipe; Arlindo Ribeiro (Filipe Magalhães); Filipe Alves; Tiago Oliveira Jonas; Bruno
(Celso Campos)
O jogo começou feio havendo muita luta no meio campo e pouca
criatividade. Apenas destaque para um remate forte de Zé Filipe à entrada da
área e para uma oprtunidade desperdiçada por Stephane que surgindo isolado não
conseguiu contornar o gigante Motinha.
Mas o ritmo do jogo subiu aos 22 minutos quando o árbitro
descobriu uma grande penalidade na área dos azuis e brancos. Penalti a favor da
equipa da casa e expulsão para o lateral esquerdo arcoense. Na conversão do
castigo máximo, Vitó não perdoou e colocou a equipa da casa em vantagem.
João Ribeiro passa entretanto para defesa esquerdo e entra
Filipe Gomes para o lugar de Arlindo com o objetivo de colmatar a expulsão de
Isidro. Pouco depois lesiona-se Magalhães e entra Jorge para o seu lugar. O
Arco apresentava agora uma dupla de centrais diferente da que iniciou o jogo.
Minutos depois o S.Cosme podia ter chegado ao segundo golo
com um potente cabeceamento do seu avançado, mas Motinha aplicou-se e evitou o
golo dos famalicenses.
Esta defesa deu alma aos arcoenses que aos 40 minutos chegou
à igualdade. Jonas lança Filipe Alves nas costas da defesa e este temporiza e
atira para o empate.
Na segunda parte as equipas começaram mais ativas e foi sem
surpresa que o S.Cosme chegou ao golo à passagem do minuto 22 por intermédio do
defesa direito. Na sequência de um pontapé de canto a bola sobra para a entrada
da área e o número 2 rematou forte e colocado para nova vantagem da equipa da
casa.
Mas a resposta não tardou muito e 4 minutos depois os leões
chegaram à igualdade através de um livre de Jonas que contou com a ajuda do
guarda redes adversário.
O ritmo de jogo continuava energético e aos 30 minutos nova
vantagem para o S.Cosme. Novamente Vitó, de cabeça, colocou a equipa da casa
novamente em vantagem.
O Arco nunca se deu por vencido e aos 40 minutos fez o golo
do empate. Cruzamento de João Ribeiro e golo de Jonas que ganhou à defesa dos
vermelhos.
Alguns minutos depois o S.Cosme fica também reduzido a 10
unidades e o Arco tomou as rédeas do jogo. E esteve na sequência de um pontapé
de canto teve nos pés de João Silva a vitória mas o médio, em esforço, rematou
sobre a barra.
Resultado final 3-3 com especial destaque para o espírito de
sacrifício dos arcoenses. A jogar com 10 unidades desde os 22 minutos nunca
viraram as costas ao jogo e levaram de Famalicão um ponto para Morgade. Um ponto
digno de gigantes.
Resta ainda espaço para a nota costume. Um muito obrigado
aos adeptos arcoenses que se fizeram à estrada para apoiar a equipa.
domingo, 18 de janeiro de 2015
Desportivo de Arco de Baúlhe 2 vs 1 Operário de Antime
O Desportivo de Arco de Baúlhe
recebeu este domingo o Operário de Antime num jogo a contar para a décima sexta
jornada da divisão de honra da AF Braga, a primeira da segunda volta. As
equipas alinharam da seguinte maneira:
Desportivo
de Arco de Baúlhe:
Motinha;
Durbeck; Magalhães; João Ribeiro; Isidro Leite; João Silva; José Filipe; Simão
Gonçalves (Filipe Gomes); Tiago Oliveira Jonas; Filipe Alves (João António);
Bruno Teixeira (Celso Campos).
Operário
de Antime:
Rui;
Beijinhos; Neves; Salgado; Raul; Vitinha (Brasil); Lobo (Jonas); Gustavo; Samu;
Pedro Ismael (Castanha); Leo.
Adivinhava-se difícil o embate do
Desportivo uma vez que recebia o segundo classificado. Mas os leões domaram o
adversário do princípio ao fim explorando os passes nas costas da defesa. E foi
assim que se aproximou do golo aos 24 e 28 minutos por Bruno e Filipe Alves,
respetivamente, que se isolaram a passe de Jonas. No entanto, ambos os lances
foram anulados pelo árbitro auxiliar. Ambas as decisões foram muito contestadas
pelos da casa.
E o golo chegou mesmo aos 35 minutos
em mais um remake do processo habitual. Tiago Oliveira Jonas lançou Bruno nas
costas da defesa e este, sobre a direita, rematou rasteiro para o primeiro da
partida. O fafense não se diminuiu na hora de marcar à ex equipa.
10 minutos depois chegou um dos
momentos mais bonitos do jogo. Um verso de poema. Os arcoenses trocaram a bola
no seu meio campo sobre o lado direito e fintaram a pressão fafense com a
sintonia de Zé Filipe, João Silva e Durbeck. Deste trio a bola foi parar aos
pés de Jonas que lançou Bruno nas costas da defesa. Este deu para Filipe Alves
que rematou contra a defesa adversária. No entanto a bola sobrou para Bruno que
cruzou para Jonas. O número 10 cabeceou ao lado. Lindo momento de poesia em
Morgade.
Na segunda parte os arcoenses
voltaram ainda mais agressivos e rápidos. Logo ao primeiro minuto Bruno surge
isolado e remata ao lado. No minuto seguinte Simão enche-se de inspiração e
lança Jonas nas costas da defesa com uma trivela. O extremo driblou o avançado
de maneira tal que o defesa do Antime ficou de pés pregados no chão. Uma vez na
área deu para trás onde surgiu Bruno a rematar forte para defesa de Rui. A bola
ainda bateu na barra e voltou ao chão não sabendo se bateu da parte de dentro
ou fora. Os jogadores da casa ficaram a pedir golo. E 2 minutos depois há
lançamento para Durbeck que lança longo. A bola vai sobrar para Simão que
rematou forte para defesa ainda mais forte de Rui.
Com esta entrada tão forte
adivinhava-se o golo. E ele surgiu mesmo aos 9 minutos num canto ensaiado.
Jonas jogou para a entrada da área onde surgiu Simão a fazer o golo. E que
golo.
A resposta do Antime chegou 10
minutos depois através do recém-entrado Castanha. O avançado surgiu sozinho na
área arcoense e num remate á meia volta fez o golo de honra.
No entanto o espírito de batalha
típico do povo arcoense falou mais alto e até ao fim o resultado não sofreu
mais alterações. Resultado final, 2 a 1 para a equipa de Morgade que venceu,
justamente, uma das equipas mais fortes do campeonato. A próxima jornada joga-se
no primeiro fim de semana de fevereiro em S.Cosme.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Travassós 4 vs 0 Desportivo de Arco de Baúlhe
Desportivo de Arco de Baúlhe
Motinha; Simão Gonçalves; Magalhães; João Ribeiro; Isidro
Leite; João Silva; José Filipe (Walter); João Luís Vilela (Arlindo Ribeiro);
Tiago Oliveira Jonas; Filipe Alves (João António); Bruno
O Desportivo de Arco de Baúlhe deslocou-se ao terreno do
primeiro classificado da Divisão de Honra da AF Braga. O desafio adivinha-se
difícil e assim se confirmou. Os leões não foram capazes de anular a intensidade
de jogo dos homens de Travassós.
Os azuis e brancos bateram-se bem na primeira parte chegando
a criar algumas oportunidades de perigo junto da baliza adversária. No entanto
faltava alguma serenidade na hora das decisões e em ocasião alguma o guardião
caseiro se sentiu realmente incomodado.
Apesar de a equipa da casa não estar a massacrar criava mais
perigo e quando tudo indicava que o jogo ia para o descanso a zeros eis que
surgiu o primeiro golo já nos descontos da primeira parte. Um balde de água
fria para a turma de Arco de Baúlhe que até então estava relativamente
organizada. O professor Rovira tinha uma tarefa complicada em mãos, dar a volta
no terreno do primeiro, e tentou orientar os seus “alunos” nesse sentido.
Mas as coisas não correram da melhor maneira e logo aos
minutos da segunda parte o Travassós chegou ao segundo golo. As ideias para a
segunda parte morreram aqui e o Arco nunca mais encontrou o Norte.
A equipa da casa não tirou o pé do acelerador mas também não
pregou a fundo. Foi desta maneira que conseguiu chegar a mais dois golos à
passagem dos minutos 24 e 30. Os visitantes não conseguiram impor o seu futebol
e, apesar de terem desperdiçados algumas boas ocasiões, nunca chegaram a ser
uma verdadeira ameaça para os homens da casa.
No final as contas foram simples. Mais três pontos para o
Travassós que se isola cada vez mais no primeiro lugar e uma nota especial para
a massa associativa arcoense que ocuparia a primeira posição de uma tabela
classificativa à parte. Os adeptos leoninos são incansáveis e acompanham a
equipa por qualquer lado chegando mesmo a ultrapassar os adeptos da casa por
inúmeras vezes.
O campeonato não acabou nem tão pouco parou. O próximo
desafio é já em Morgade onde o Desportivo receberá o Regadas que ocupa a 12ª posição, logo a seguir
aos azuis.
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